segunda-feira, 13 de setembro de 2010

As vezes sou poesia!

Dias desses, meu primogênito disse ter lido em algum lugar que não deveríamos deixar nada de nosso, escrito. Não concordo!
Como poderia ser isso?
Perguntei, o que seria de nós, se ninguém deixasse suas descobertas, anseios, vida, anotadinhos ali em algum papel?
Como os médicos nos curariam, como ir para o espaço novamente e as tantas poesias que nos encantam?
Como assim? Não pode!!
Então escrevo e agora deixo guardado um pouco da minha poesia.
Quem sabe um dia, alguém lerá...




De que sou feita...
De amor pricipalmente e Vida.
De um pouco de tudo que há pra se ver.
De brisa, choro, alegrias e lembranças.
Caminhos por vezes tortuosos mas sempre floridos.
Feita de sonhos e ralizações.
De luz.
Amizades, afeto.
Em busca de algo que ainda não encontrei.
Feliz por ser quem sou, criada com amor.
Imperfeita...
Feita de paciência, calma e observação.
Construindo cada dia, mais um pedacinho.
De sons, sabor e cor.
Feita de imaginação e querer.
Corpo, alma e coração.
De canção e perfume.
Sou feita de mim...

Lenita

3 comentários:

  1. Olá, muito boa sua veia poética, sem duvida deverá ser deixada para a posteridade, em manuscrito até, aposto que seu primogénito a transmitirá com orgulho a todos os descendentes, parabéns, escreva e deixe seu testemunho para o mundo!!! Abraço poético, Zé Maria

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  2. Oi Lenita

    Suas mãos são realmente abençoadas, na arte de pintar, criar e agora na escrita...continue...continue...deixe florar toda inspiração que Deus te dá.
    Parabéns amiga
    Estou orgulhosa de voce!
    beijinho
    Tina (Sonhar e Realizar)

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  3. Lenita, minha amiga!

    Belíssima poesia.
    Como falou nosso amigo Zé Maria, o teu menino vai guardá-la com muito orgulho.
    Abração.
    Fê.

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