segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Caixa Nº 36

Olá pessoas lindas...
O blog está um tanto devagar, mas ainda estou aqui e está tudo muito bem, só que a chegada dos últimos meses do ano, me atrapalho um pouco com os afazeres e encomendas

Tudo bem com vocês aí do outro lado da tela? 
Espero que sim!

Hoje venho lhes mostrar a caixinha de nº 36 e um pouquinho de história...

Caixa para mata borrão:

A fabricação industrial de papel teve inicio no século XIX, época em que surgiram o papel em bobina, os processos de calandragem ou alisamento e inclusive, o estuque industrial. 
Até esta data, os papeis destinados à escrita eram feitos a partir de palha, folhas de árvores, cortiça, tecidos e outros materiais fibrosos que, depois de serem misturados com água, eram introduzidos em uma tina e golpeados à mão com um malho.
Desta forma, conseguia se uma primeira massa que era estendida sobre finos moldes. Mais tarde, depois de secas, estas superfícies eram prensadas e formavam grandes pilhas em que uma fina camada de feltro separava uma folha da seguinte.
Este processo se repetia várias vezes, variando se a ordem e a posição relativa das folhas. (Não entendo muito de reciclagem de papel, mas acho que ainda é assim até hoje!)
O papel assim obtido, conhecido como papel de tina, possuía uma textura rugosa, razão pela qual, antes de usa lo, era necessário alisar ligeiramente a superfície com uma esponja com pó de pomes.
Porém, devido ao seu alto grau de absorção, depois de escrito, o papel de tina era novamente recoberto com pó de pedra pomes para impedir a absorção excessiva de tinta, tornando a escrita ilegível.

Já imaginaram toooda a facilidade que temos hoje para escrever, e tem gente que nem escreve mais... só digita... rsrs




Um comentário:

  1. Querida Lenita,

    Tenho um selo especial para você. Espero que goste! (http://7dasartes.blogspot.com.br/2012/10/premio-dardos-um-selino-com-significado.html)

    Bjks

    Lilian

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